segunda-feira, 23 de maio de 2011

Estudo brasileiro sobre gestão e gerenciamento de crises nas redes sociais será apresentado no Social Media Brasil 2011



No Social Media 2011, o evento mais importante sobre redes sociais da América Latina, que conta com participação de palestrantes renomados, nacional e internacionalmente, será apresentado o primeiro estudo científico realizado pela pesquisadora brasileira Patrícia B. Teixeira sobre gestão e gerenciamento de crise nas redes sociais. A autora do artigo que está inserido na sua tese de mestrado "Gestão e gerenciamento de crise na sociedade do risco", apresenta uma análise minuciosa de como lidar com esse tipo de situação no universo online. De acordo com seu estudo, as redes sociais se tornam hoje a primeira fonte de referência da empresa junto ao público, e cabe as empresas cuidarem da sua imagem e repercussão sobre temas relevantes.

"Devido a sua rapidez e interatividade, as redes sociais são hoje um importante espaço para construção, positiva ou negativa, da opinião pública. Sendo assim, e partindo da premissa de que o público da internet é essencialmente diferente do offline, se faz necessário fazer uso de processos, ferramentas e metodologias específicas para minimizar os possíveis danos que uma crise pode trazer à imagem de uma organização" comenta Patrícia.

As redes sociais são dinâmicas e estão sempre em transformação, sendo totalmente factível que existam interações com o intuito de somar, ou mesmo destruir, um determinado laço social. Além disso, através da rede mundial de computadores, as pessoas passam a ser emissoras, a todo tempo, de informações, que podem ser assimiladas e multiplicadas por aqueles que compactuam com a mesma ideia e as julgam relevantes.

"As mídias digitais se tornaram um palco público extremamente suscetível a crises. As repercussões negativas podem nascer do próprio ambiente online, que passa a ser um reservatório de riscos, como também vir do meio externo. Cabe as organizações, públicas, privadas, ou não governamentais, se adequarem e estarem preparadas para enfrentar da melhor maneira possível esses momentos desfavoráveis",  finaliza a autora.

Criar um comitê de crise que conheça a dinâmica das redes sociais, implantar um monitoramento online constante da marca, identificar stakeholders que estejam no ambiente virtual, entre outras, são alguns exemplos das ações que estão contidas nas quatro etapas da gestão e gerenciamento de crise na internet contidos no estudo.

Quem é Patrícia B.Teixeira?

Mestre em Comunicação Organizacional pela Faculdade Cásper Líbero (com a pesquisa Gestão e Gerenciamento de crises na Sociedade do Risco), Especialização em Comunicação Corporativa pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, diretora da Trixe Comunicação Empresarial e da Combuzz Comunicação Digital & Buzz Marketing.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Essa vaga não é sua!

Todos os dias nos deparamos com uma situação muito chata nos estacionamentos, a de ver carros sem o cartão de identificação do idoso ou deficientes estacionados nessas poucas vagas reservadas. E se nós, enquanto cidadãos, reclamamos e impedimos que outro "cidadão", estacione numa dessas vagas, alegam que é só por "dois minutinhos", e se continuamos a impedir eles nos atacam, nos xingam e perguntam logo: "Você é dona da vaga?"

Nessas horas, meus amigos, respondo sem hesitar: "Sou sim! Sou cidadã, pago meus impostos e exijo meus direitos, portanto, é meu direito e DEVER garantir os direitos dos demais". A isso agora acrescentarei : "E essa vaga não é sua!"

Por isso acho super válida essa ação em vídeo do movimento `Essa vaga não é sua´. Vamos ajudar a divulgar?

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Compulsivas por um Click

(Foto: Internet)

Qual é a mulher que resiste a promoções e descontos? Conhecidas por um comportamento, totalmente equilibrado compulsivo, elas não gastam apenas em cosméticos e sapatos. Na maioria das famílias são elas que trabalham como uma camela realizam as compras para casa e para as crianças, que vão desde um artigo de decoração até uma TV nova para a sala. E na internet, não é diferente.Uma pesquisa realizada pela Webshoppers em 2010 mostrou que, pela primeira vez 55% do público que fez compras pela primeira vez na internet são as compulsivas de TPM mulheres.
 
A internet é hoje a principal mídia para o público feminino, a frente até mesmo da televisão. Entre as razões para o uso da internet, 41% da mulheres entrevistadas pelo Sophia Mind mencionou fazer compras pela internet. Além das curiosidades pesquisas de preços, elas costumam usar redes sociais para saber da vida dos amigos perguntar sobre a qualidade dos produtos aos demais usuários. No Facebook, 39% das usuárias curtem alguma marca e no twitter, 40% das internautas que seguem uma empresa desejam saber das promoções.

Em 2005, os consumidores que realizaram pela primeira vez uma compra pela internet representavam apenas 42% dos e-consumidores. E em 2010 já representam 49%. As mulheres com mais de 50 anos tinham uma participação muito singular até 2005, totalizando 14% das compradoras. Cinco anos depois, esse número cresceu significativamente, alcançando 21%. A pesquisa Sophia Mind, do grupo Bolsa de Mulher, aponta que, em entrevista realizada com seis mil internautas, das mulheres que responderam, 28% afirmaram gastar mais de R$500 por mês. Entre os produtos mais comprados por elas, 20% são livros e 18%, produtos eletrônicos e de informática e os eróticos. A pesquisa ainda aponta que 81% das mulheres pretendem comprar produtos eletrônicos nos próximos seis meses fazendo com que o e-commerce cresça ainda mais

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Panorama da Mobilidade

Por Carlos Eres*

A mobilidade virou prioridade mundial. Segundo estudo realizado pelo banco de investimento Morgan Stanley, até 2013 muitas pessoas passarão a acessar a internet muito mais através de aparelhos móveis do que em dispositivos fixos. Os dispositivos móveis estão, progressivamente, se tornando um alter-ego e sabem cada vez mais sobre seus usuários: sua localização, seus movimentos, o ambiente e até mesmo suas preferências. O aparelho entende o contexto em que seu usuário se encontra e pode fornecer informações precisas, da maneira e da forma certa.

Para personalizar ainda mais os dispositivos, durante a Mobile World Congress 2011, realizada em Barcelona, os fabricantes evidenciaram que não querem apenas desenvolver smartphones capazes de fazer tudo. Eles estão cada vez mais preocupados com as preferências dos usuários. Os fãs de games foram apresentados ao Sony Ericsson Xperia PLAY, que, essencialmente, é o cruzamento entre o smartphone e o PlayStation portátil. O LG Optimus 3D, com duas câmeras embutidas para a gravação e visualização de filmes em 3D, sem o uso de óculos, é outro exemplo de produto segmentado.

Além da expansão significativa das capacidades de armazenamento e processamento, os novos produtos têm em comum o desenvolvimento adequado para a era de cloud computing. Deslocando operações complexas para a nuvem, os smartphones tornam-se ainda mais enxutos, requerendo menos bateria, conforme observação feita durante o evento por Claude Zellweger, desenvolvedor de projetos para a HTC, Amazon, Kodak, Nike, Microsoft e Google.

Hoje, dentre as ofertas disponíveis em mobilidade, a Apple lidera no quesito integração de dispositivos móveis, sistema operacional, lojas e nuvem de informações pessoais. Mas, com uma nuvem muito mais diversa de ofertas e com fortes taxas de crescimento o Android, da Google, está fazendo de tudo para roubar o lugar de seus concorrentes. Correndo atrás desse objetivo também está a Nokia, fabricante líder de aparelhos móveis, que entendeu o conceito de que ser bom em uma única disciplina não é o suficiente e desistiu de seus próprios sistemas operacionais e está se ligando à Microsoft, com o intuito de impedir o fortalecimento do Google.

É concebível que essa conjuntura se transforme em uma corrida entre a Apple, o Google e a Microsoft. O vencedor será decidido pelos usuários através de atributos chaves como sensibilidade ao contexto, personalização, simplicidade de utilização, escalabilidade sobre várias plataformas, como integração de TV, por exemplo, e, mais do que qualquer coisa, a confiança do consumidor.

O que isso significa para o mundo corporativo? Companhias em todos os setores da indústria, mas especialmente no setor bancário, enfrentam um desafio, embora também seja uma grande oportunidade: os sistemas operacionais mobile oferecem plataformas para alcançarem um público mais vasto e de maneira mais personalizada. É somente uma questão de tempo para que uma infraestrutura baseada em NFC (Near Field Communication), tecnologia de comunicação em área próxima que troca dados entre dispositivos que estejam a poucos centímetros um do outro, se torne realidade.

A disponibilidade de larguras de bandas mais amplas como LTE (Long Term Evolution) e a integração da TV móvel em computação móvel estão criando novos canais de acesso aos consumidores. Tecnologia no campo da realidade aumentada, com reconhecimento de imagem, torna possível desenvolver novos tipos de aplicações bancárias. Por exemplo, o usuário poderia fotografar um formulário de transferência bancária, preenchê-lo automaticamente com os detalhes de sua conta e completar a transação com segurança. Para que os bancos tenham sucesso, o crucial será a forma com que eles irão combinar suas estratégias de negócios com a evolução dinâmica dos sistemas mobile.

As empresas devem decidir por si mesmas qual a estratégia certa. Mas para isso, os gestores devem ter percepções detalhadas de seus próprios negócios e um bom entendimento do estilo de vida de seus clientes, cercados por mundos recém-criados. O que desejam os clientes nesses mundos? E, principalmente, o que esses novos mundos podem oferecer para o cliente? São perguntas fundamentais que devem ser respondidas pelas instituições financeiras que queiram se aventurar no universo mobile.

*Carlos Eres é diretor geral da GFT na Espanha e responsável pelo Grupo GFT para o sul da Europa e América do Sul. O executivo coordena negócios internacionais para o setor financeiro. Desde 2007 é responsável pela expansão do grupo nos mercados do sul da Europa e América, em especial no Brasil.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Alunos de comunicação da UFS ficarão sem técnicos em audiovisual

(Foto: Ascom/UFS)

Devido à falta de licitação, que deveria ter sido feita desde novembro de 2010, os técnicos do Centro de AudioVisual (Ceav) da Universidade Federal de Sergipe (UFS), trabalharão somente até dia 18 de maio. Dessa forma, os estudantes de Comunicação da Universidade serão prejudicados em suas atividades acadêmicas, uma vez que ficarão sem cinegrafistas e técnicos em edição de imagens, assim como os alunos do Centro de Educação Superior à Distância (Cesad), já que as aulas, em vídeo, são gravadas e editadas pelos técnicos do Ceav.


O aluno do curso de Audiovisual, Cláudio Luiz Pereira,  diz que esse fato é reflexo do que é a UFS. "Como estudantes sentimos o reflexo na desorganização, na falta de estrutura dos cursos de Comunicação e a tentativa de resolver os problemas é feita de ultima hora tapando buracos". Segundo o estudante, o curso já ficou um período inteiro sem professores por causa da demora das licitações. "Com a demora na substituição dos profissionais quem acaba sofrendo somos nós, já não temos laboratório, como ficaremos sem avaliação, ja que os técnicos estão aqui para nos auxiliar?", indaga o estudante.

Os técnicos, que viram o período contratual de trabalho se esgotar sem uma possível renovação, levaram o caso ao reitor Josué Modesto dos Passos Sobrinho, que afirmou não estar sabendo do ocorrido e prometeu uma solução para breve. Entretanto, até que seja feita uma nova licitação e a situação seja normalizada, os estudantes poderão ficar por 60 dias sem os técnicos e cinegrafistas. Prazo esse que ultrapassa o fim do período, previsto para o dia 15 de julho, deixando, portanto, os alunos sem uma provavél avaliação prática.

Desde ontem a assessoria de comunicação da Universidade foi procurada para falar sobre o assunto, entretanto após varios redirecionamentos até chegar à gerência de Recursos Humanos, o diretor do departamento de Avaliação e Assistência ao Servidor, Inacio Loiola Pereira de Sousa, informou que a única pessoa a falar sobre o assunto era a gerente Maria Teresa Gomes Lins, e esta se encontrava em reunião com o reitor.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Procura-se companhia masculina

Feminina, solteira, procura companhia masculina, aspectos étnicos sem a menor importância. Sou uma menina bem humorada que adora brincadeiras de todo tipo. Adoro longas caminhadas nos bosques, andar de caminhonete em sua companhia para caçadas, acampamentos e pescarias, e/ou ficar noites inteiras, gostosas, ao ar livre, deitada com você junto a fogueiras. Jantares à luz de velas me farão comer na sua mão. Estarei na porta de entrada, a sua espera quando você chegar de um dia cansativo de trabalho, usando tão somente o que a natureza me deu.... Telefone para (404) 875-6420 e chame por Annie.


Estarei lhe esperando.....
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