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Mostrando postagens de julho, 2011

O transporte público e a classe média aracajuana

Sexta-feira, dia de sair pra balada com os amigos, certo? Errado! Dia de ficar em casa pensando numa campanha de marketing digital pra uma agência pra ver se consigo um emprego. E o fim de semana inteirinho vai ser quebrando a cachola com isso. Mas, cá estou eu com os neurônios em altas sinapses, quando chega minha amiga Povobunda Débora Andrade se papocando de rir no chat do Facebook e me manda olhar o comentário numa foto que o superintendente da SMTT de Aracaju, Antônio Samarone, postou em seu perfil na rede. Até aí tudo ok. O post levava à discussão, já que o tema é bastante problemático, ainda mais aqui nessa capital, quem já leu meu   post sobre isso sabe que é um verdadeiro desafio. Eis a foto e o comentário: Ah, meus amigos, até agora, meia noite em ponto (até assustei quando olhei no relógio), essa postagem já tinha rendido 81 comentários, alguns não tão amistosos, mas todos polidos, comedidos, respeitosos, chegando a dar gosto ver a educação dos concidadãos sergip...

Portabilidade numérica: No segundo trimestre de 2011, migrações fazem história

Brasília, 04/7/2011   – Os brasileiros realizaram mais de   1,36 milhão   de trocas de operadoras de telefonia mantendo o número dos seus telefones fixos e celulares entre os meses de   abril e junho de 2011 . O segundo trimestre do ano, envolve também os meses em que, historicamente, foram realizados os maiores volumes de portabilidade   numérica desde que o serviço existe no País (setembro de 2008). Em   maio, 306.208   números de telefones   móveis   foram portados e, na telefonia   fixa, em junho, 179.533 .   Até agora, mês de   dezembro de 2010   detinha maior volume de portabilidades de fixo, com   163.495   transferências, e   299.608   de móvel. Os registros são do balanço trimestral da ABR Telecom - Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações, a Entidade Administradora da portabilidade numérica no Brasil. Desde setembro de 2008, quando a portabilidade numérica começou a ser ...

Mudança de fase

(Foto: Internet) Quando o conheci nem dei tanta importância assim, não olhei duas vezes, nem me chamou a atenção. Pra mim era mais um daqueles caras que não conseguem ver uma bunda. O tempo passou e numa dessas voltas que a vida dá, o vi de novo. Só que daí olhei de um jeito diferente. De alguma forma ele me envolveu, ou eu me deixei envolver, sei lá.  Ficamos juntos. No dia seguinte o que me impressionou foi o fato dele ter agido como se nada tivesse acontecido. Durante um tempo ficamos juntos algumas noites e o tratamento comigo era sempre diferente, distante. Medo? Timidez? Até porque algumas pessoas se assustam com meu jeito. Interpretei errado. Ele estava com outra pessoa e era mais um daqueles caras que não podem ver uma bunda. E que pena que chegou numa hora em que eu passei da fase de querer somente uma aventura. Apesar de querer mais, o melhor é parar com a brincadeira pra nao me magoar. Tô querendo mais do que alguém pra dividir somente a cama.