- Canibais não comiam sua própria espécie apenas pelo sabor. Eles o faziam por outro motivo. Sabe por quê? - indagou ele enquanto depositava beijos e mordidas lascivas em meus seios semi desnudos no baby-doll. - Sim. Eles criam que continuariam dentro de si as qualidades daqueles a quem devoravam - respondeu ela quase sem raciocinar com a sensação da língua úmida no bico túrgido. - Verdade - ele a olhou por trás das lentes de um par de óculos frágeis. - Eu quero comer você. - Desde que não me arranque pedaços - ela entregou-se amando-o lentamente enquanto ouvia algo sobre Pablo Picasso na tela esquecida da TV.