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Preguiça ou tudoaomemotempoagora?

Não estava escrevendo por preguiça. Pura preguiça.

Geralmente fico acordada até tarde. E acaba que tenho muita dificuldade em levantar pela manhã. Mas isso não é um problema da vida adulta. Vem de berço. Nasci com o relógio biológico trocado.

Ok, o que isso tem haver com a minha preguiça? Bem, como eu tenho prguiça de acordar pela manhã, acordo sempre em cima da hora de ir para a faculdade ou para o trabalho, digo, estágio, ou até mesmo para algum compromisso marcado. Daí o restante do dia fica comprometido com os afazeres diários.

Outro motivo de ter preguiça é que já escrevo no estágio. Gosto pacas do que faço, me sinto estimulada e as pessoas que estão ao meu lado são per-fei-tas. Sem querer puxar o saco, porque não ganho para isso.

Na verdade, o valor que eu recebo pelo estágio é bem baixo. Mas o aprendizado em troca é o valor elevado à enésima potência. Sem exageros.

Mas voltei a escrever. Não posso dizer se manterei uma frequência. Pelo menos eu tentarei manter.
Hoje mesmo, eu nem esperava escrever a respeito dessa preguiça. Estou curtindo uma raiva aqui. Ouvindo umas músicas dor de cotovelo e me perguntando porque cedi aos desejos de minha mãe. Ela ficou feliz e eu estou completamente infeliz.

A essa hora eu devia estar na balada com uns amigos massa e pegando outros gatinhos massa.
Mas não deu. E não vou dizer os motivos porque não quero torrar a paciência de ninguém aqui com meus problemas.

Vou é abrir mais uma latinha de Brahma (não é propaganda, é porque eu gosto mesmo) e continuar a escrever sobre a minha preguiça.

Então, como eu estava contando, os afazeres diários terminam e eu  estudo.

Gente, dar conta de casa, trabalho, faculdade e pesquisa científica não é mole! É mais ou menos assim: você imagina o que tem de fazer em casa e lembra de uma coisa que tem que fazer no estágio que tem haver com o assunto que o professor está passando e daí já tenta fazer uma relação. Pronto! Lá se foram metade de suas energias matutinas em apenas 15 minutos de pensamento. Dá fome, mas o tempo para comer é  escasso.

Pego o ônibus e saio. Pessoas, o que cansa não é pegar o ônibus, porque até daria para ir lendo o texto atrasado dentro dele se eu fosse sentada. O problema é ir em pé num percurso de uma hora, com baldeação nos terminais( duas baldeações).

Nessa hora eu tento lembrar do que deveria ter lido para a pesquisa científica. Já vou logo dizendo que formular hipoteses sobre a ciência e seus paradigmas dentro de um  espaço com cerca de cem pessoas  em pé é impossível. Mas eu tento. Juro que eu tento!

Depois disso eu já cansei pelo dia inteiro. E não são nem dez da manhã. Chego em casa às oito da noite. Vou dormir meia noite.

Quem está lendo teria algum tempo para escrever para o próprio blog?

Pois é, se tiver, me dá a fórmula, porque eu, sinceramente, tenho preguiça.

Minhas válvulas de escape são os encontros esporádicos com amigos. Afinal, eu não sou de ferro e preciso socializar. Despois disso volto para casa e para a rotina.

Gente, só de pensar, agradeço a Deus porque esse final de semana será um feriadão.

Até a próxima!

Comentários

Waneska Cipriano disse…
Que bom, que bom... :) Fico feliz. Bjok

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