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Mostrando postagens de outubro, 2009

Preguiça ou tudoaomemotempoagora?

Não estava escrevendo por preguiça. Pura preguiça. Geralmente fico acordada até tarde. E acaba que tenho muita dificuldade em levantar pela manhã. Mas isso não é um problema da vida adulta. Vem de berço. Nasci com o relógio biológico trocado. Ok, o que isso tem haver com a minha preguiça? Bem, como eu tenho prguiça de acordar pela manhã, acordo sempre em cima da hora de ir para a faculdade ou para o trabalho, digo, estágio, ou até mesmo para algum compromisso marcado. Daí o restante do dia fica comprometido com os afazeres diários. Outro motivo de ter preguiça é que já escrevo no estágio. Gosto pacas do que faço, me sinto estimulada e as pessoas que estão ao meu lado são per-fei-tas. Sem querer puxar o saco, porque não ganho para isso. Na verdade, o valor que eu recebo pelo estágio é bem baixo. Mas o aprendizado em troca é o valor elevado à enésima potência. Sem exageros. Mas voltei a escrever. Não posso dizer se manterei uma frequência. Pelo menos eu tentarei manter. Ho...

"O colonizado não é uno, ele é diverso"

Lendas, política, religião, Arqueologia, Antropologia. Tudo se mistura para o entendimento de um processo aparentemente simples como a colonização e o ato de povoar terras* “O colonizado não é uno. Ele é diverso”. Foi com essa frase que o Professor Antônio Lindvaldo de Sousa, que ministra as disciplinas História de Sergipe, História e Religiosidade, e da Pós-graduação em Ciências da Religião na Universidade Federal de Sergipe (UFS), marcou nossa entrevista. A partir daí tornou-se fácil entender a maneira como foi feita a colonização de Sergipe. De forma descontraída, ele nos explicou a presença e os motivos que trouxeram a Companhia de Jesus ao nosso Estado e as implicações do processo religioso e político do fato. Durante a entrevista, ele nos revela que outras personagens também são importantes no processo da colonização e mostra, de forma bastante didática, que entender e conviver com as diferenças é primordial não só na atualidade, mas também no passado. Exaltamos os caciques...