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Mostrando postagens de abril, 2009

E com vocês...Lateiros Curupira!

Dez dias e setecentos artistas em doze palcos simultâneos. Este será o 40º Heripage Jazz Fest, na cidade de New Orleans, nos EUA. Nele, quatro alunos do grupo musical Lateiros Curupira representarão a música de Sergipe. A garotada embarcou no domingo (19), e dividirá o palco com os músicos sergipanos Antônio Rogério e Chico Queiroga no dia 25. O Lateiros Curupira chama a atenção de todos que os escutam em seus ensaios e apresentações pela maneira como adaptam materiais recicláveis, como baldes, latas e panelas transformando-os em instrumentos sonoros. Desse material inusitado, aliado à base das músicas e das tradições folclóricas nordestinas, o grupo encanta em cada canto por onde passa. E já dizia o Mestre Sivuca que “de tudo podemos tirar um belo som”. Cultura sergipana para exportação O percussionista e diretor do Lateiros Curupira, Gladston Batista, mais conhecido como Ton Toy, disse que o convite surgiu após a empresa de produção Ecos Latino apresentar filmagens do grupo aos dire...

Brasil: de devedor à credor

"Agora estamos entrando no clube de credores do FMI", disse o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, a jornalistas nesta quinta-feira (09). A declaração foi dada após comunicado que o governo brasileiro aceitou o convite do Fundo Monetário Internacional (FMI), para participar do grupo de países que financia regularmente o organismo. O país não financia regularmente as operações da entidade desde 1982 quando o país passou a tomar dinheiro emprestado do FMI e, em dezembro de 2005, o Brasil quitou a dívida pagando o valor de US$15,5 bilhões que venceriam no final de 2007. Esse era o valor que restava ser pago em 2006 e 2007 de um empréstimo de US$ 41,75 bilhões negociado com a entidade multilateral em 2002. Além do pagamento ao FMI, o governo liquidou também a dívida de US$ 2,6 bilhões que o governo Fernando Henrique contraiu com o Clube de Paris (grupo de bancos privados). Desde então, se passou apenas três anos e o país evoluiu economicamente. De devedor passou a credor. Em fev...

Festival Nordeste Independente

Registrando esse evento. Lugar que vale a pena ir. Primeiro pelos curtas. E quem gosta de cinema sabe do que estou falando. Depois pelas bandas. Sem contar as HQs. Programa e diversão da melhor qualidade.

Drácula de Bram Stocker. Mais que terror, amor.

O logotipo da Columbia, nos permite escutar os primeiros acordes de uma marcha macabra, que logo dá seguimento a um prólogo. Parece uma lição de Historia, que nos remete à Constantinopla do século XV, quando sofreu a invasão dos turcos. Pensamos que veremos uma história de terror. É isso que pensamos assistir em Drácula de Bram Stocker. No entanto, os românticos de plantão tem uma grata surpresa no decorrer do filme. Apesar de se tratar de uma história com vampiros, o filme, na verdade, trata-se de uma história de amor. Um amor que perdura mesmo na maldade. Um amor que atravessa os séculos e continua intenso. Um amor que vive além da morte. O prólogo do filme narra a historia de como o nobre e cruel aristocrata romeno tornou-se Drácula, o vampiro: foi por amor a uma mulher, Elizabetha. A princesa que se suicida porque pensa que seu príncipe morreu. O príncipe, ao ver a esposa morta torna-se um ser diabólico, imortal, que atravessa os séculos até encontrar a reencarnação de sua amada. ...