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Mostrando postagens de julho, 2008

A mulher que lê

Um casal sai de férias para um hotel fazenda. O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler. Uma manhã, o marido volta de horas de pescaria e resolve tirar uma soneca. Apesar de não conhecer bem o lago, a mulher decide pegar o barco do marido e ler no lago. Ela navega um pouco, ancora e continua lendo seu livro. Chega um guardião do parque em seu barco, pára ao lado da mulher e fala: - Bom dia, madame. O que está fazendo? - Lendo um livro - responde, pensando: será que não é óbvio? - A senhora está em uma área restrita, em que pesca é proibida - informa. - Sinto muito, tenente, mas não estou pescando; estou lendo. - Sim, mas com todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento. Se não sair daí imediatamente, terei de multá-la e processá-la. - Se o senhor fizer isso, terei de acusá-lo de assédio sexual. - Mas eu sequer a toquei! - diz o guardião. - É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode co...

“O maior anseio do ser humano quando está preso é a liberdade”

(publicado no Inclusão Social) Estar em cárcere privado e retornar à sociedade não é tarefa fácil. O sistema penitenciário brasileiro é visto como ineficaz no que se refere à recuperação do cidadão na maior parte do país. É através de um trabalho religioso com os detentos e reinserção destes à sociedade que a Pastoral Carcerária em Sergipe, mantida pela Igreja Católica, desenvolve suas ações. Dirigida por Carlos Antônio de Magalhães, mais conhecido como ‘Magal da Pastoral´, a instituição realiza entre os dias 25 e 27 deste mês de abril o Encontro Nordeste da Pastoral. Confira abaixo a entrevista exclusiva ao Portal Inclusão Social sobre o assunto com o diretor da entidade. ...

Ao idealista Cleomar

A primeira vez que eu o vi foi num seminário sobre o novo código de ética dos jornalistas. E as coisas que Cleomar Brandi disse nessa noite foram perfeitas, não cabendo apenas para aquela ocasião, mas que levássemos dentro de nós mesmos por toda a nossa vida. A segunda oportunidade em que tive o privilégio de ouví-lo foi em sala de aula à convite de um professor. E não deixou a desejar. Os estudantes não só ouviam como se enlevavam com aquele idealismo e entusiasmo quase juvenil pela arte de mostrar o cotidiano. O que percebi foi uma paixão intensa pela profissão. Intensa e real porque em nenhum momento vi o saudosismo que caracteriza alguns jornalistas da sua geração. Principalmente quando disse que essa não é uma profissão de sonhos e que, em jornalismo, engole-se sapos,cobras, lagartos e jacarés. E que o importante é você saber digerí-los e ao mesmo tempo matar mais que um leão por dia, porque sem suor o desafio do papel em branco jamais é superado. Fiquei imaginando o quanto eu apr...
Ando meio parada. Nem escrevo mais. Os únicos livros que leio ultimamente são acadêmicos. Acho até que esqueci pra que serve um blog. E acabei resolvendo que vou escrever mais, nem tudo é estudar, estudar e correr atrás de grana. Também penso que devo direcionar mais esse blog, colocar minhas opiniões acerca do que acontece no mundo. Pelo menos no mundo ao qual eu tenho acesso. Não sei qual será a periodicidade com que farei isso, mas estou me propondo a sentar a bunda pelo menos uma vez por semana e mandar brasa num artigo, ensaio, ou seja lá o que for. Afinal de contas, que merda de jornalista é esta que não escreve sobre nada? Se for assim devo rever meu papel, já que escolhi essa profissão, um pouco por ideologia, confesso, mas também porque sempre escrevi muitas críticas sobre o mundo, iclusive sobre mim. Se escrevo bem, não sei, mas tento fazer o melhor que posso. Agora é esperar pra ver da próxima vez que eu escrever o que irá sair...